DIS2.0 + (autofalante)
terça-feira, 17 de setembro de 2013
TÃO PERTO
quarta-feira, 19 de junho de 2013
POR QUE ESTAMOS NA RUA?
A sociedade está se impondo da mesma forma que o governo se impõe. Eles avisam da noite para o dia os cargos de confiança do governo que serão assumidos por políticos não bem quistos , aumentam a passagem sem antes argumentar com a população o que está sendo feito e o porquê, criam emendas constitucionais absurdas ou colocam em pauta bizarrices como a "cura-gay", implantam hidroelétricas em locais de preservação ambiental, desocupam índios de suas terras e por ai vai. Assim, a população acaba por torna-se um espelho do que vêem na politica: avisa da noite para o dia onde será a manifestação, realiza esta da forma como quer e do jeito que quer, não se propõe a abertura de diálogos pois isso nunca foi oferecido a ela e move-se organicamente pois é apartidária. A rua hoje é um reflexo do que não foi feito pelos políticos. E não adianta colocar somente a culpa em quem não sabe votar, pois, vivemos em um pais em que isso não ensinado nas escolas. As pessoas não sabem interpretar texto e você ainda argumenta que o problema do país é porque as pessoas não sabem votar?! É muito simplistas essas ideias de Dona Maria (Dona Maria é modo de falar, desculpe aí a minha Vó) que dizem "ah, mas pukê o povo também!!! Ah, mas também o povo não faz isso!!! Ah, mas também joga lixo na lixeira!!! Ah, mas também quebraram não sei o que e isso invalida tudo que foi feito até agora!!!". O que posso dizer desse comentários é um onomatopeico afe!
O conselho que daria a todos nós é entendermos mais sobre tudo o que está acontecendo, aprofundarmos um pouco mais. Entenda que tudo isso que está acontecendo é muito maior do que os cientistas políticos sabem pois é novo. Não assinem petições. Assistam a TV cultura e os debates que estão acontecendo e parem de gastar o tempo propondo coisas que não infundadas e que não serão atendidas, pois, que força politica você tem para dizer qualquer coisa? A verdade é que ninguém nos escuta. Quando dizer alguma coisa que suas palavras sirvam para construir. E se você não tem força para isso (contatos políticos) use suas pernas nas ruas para protestar. O medo que os políticos estão sentindo agora farão eles repensarem. E, se mudarem somente por um tempo e depois voltarem a fazer tudo como antes, voltaremos para as ruas novamente.
A rua é o que nos resta.
quinta-feira, 6 de junho de 2013
domingo, 12 de julho de 2009
Máximas e trechos 01
terça-feira, 16 de junho de 2009
Da outra parte que nos faz parte
Consequentemente, aqui estou 27 anos. Verbos em primeira pessoa me irritam. No entanto, é inegável que a responsabilidade é toda minha. Pequeno Príncipe por vezes também me irrita, não que eu tenha medo dos meus afazeres afetivos, talvez um pouco de receio. Porque foi assim: um quarto, uma criança, uma escola, uma família e 27 anos divididos em blocos assim: 1-4, 4-8, 8-12, 12-16, 16-20, 20-24, 24-25 de agosto de 2009 ainda se aproximando e eu com essa coisa toda de ter vivido, compreender o presente, tentar não me preocupar com o futuro e aprender com quem eu menos tenha me dedicado, mas recebido o amor sincero que espera alguém que ainda virá, alguém que me emociona pelo bem que fiz a mim mesmo: perdoar quem não cometeu pecados e que em minha vida preparou santidade e união – famílias, amigos e amores incompreendidos. Ainda de posse de meu corpo enrigecido de constantes autopunições, tento carregá-los como sobrinhos recém nascidos, braços enfraquecidos, procuro a força que mantêm os fracos de pé para conseguir escapar, sim, da vida coerente que eu pensava ser mais fácil manipular – o receio vem do medo de um dia cambalear o suficiente para não transportá-los durante todo o trajeto. Por enquanto, vou pra Minas e em Sampa trabalho com possibilidades já conquistadas e outras tão puras que estão por vir.
sexta-feira, 3 de abril de 2009
MALDITA BIOLOGIA
quarta-feira, 1 de abril de 2009
FESTA DE ARROMBA
Foi fácil nos acomodarmos após uma luta de apenas 20 anos para que pudéssemos nos reproduzir e criar uma geração acostumada a ser passiva ante seus direitos, vender suas opiniões (dar “de graça” ou até mesmo não as ter) e ver a impossibilidade de mudança por serem incapazes de verificar quaisquer mudanças neles mesmos.
Atualmente, nos vemos cheios de iê-iê-iê até a tampa. Não podemos pensar e nem dizer, quem foi que disse que nos livramos da ditadura?! Qualquer raciocínio lógico soa com filosófico demais, exagerado demais, sério, frustrado ou mal-amado demais. Relativizamos a censura e procuramos atingir o público alvo. Os que não forem alvo que procurem ser menos subjetivos.
Mesmo humilhada, que a “outra” seja enaltecida à “santa”.
Amém.